Top 10 similar words or synonyms for rigpa

mahaparinirvana    0.736510

baladeva    0.709401

chokyi    0.699512

wangpo    0.696756

asih    0.695513

jnana    0.693043

vyaghrananda    0.692494

brahmâ    0.691961

jñana    0.688582

nyorai    0.688291

Top 30 analogous words or synonyms for rigpa

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Jamyang Khyentse Chökyi Lodrö ^ Khandro Tsering Chödrön @ Rigpa Wiki
Sahaja 16. Rigpa Shedra (2009). 'Dombi Heruka'. Source: [5] (accessed: November 6, 2009) Dombi Heruka 
Empoderamento (budismo tibetano) O "Empoderamento da Energia de Rigpa" (Tib: Rigpa'i Tsal Wang, Wylie "Rigpai rTsal­dbang") é um termo técnico empregado dentro das linhagens Dzogchen. Esse empoderamento consiste na introdução direta do sadhaka à natureza do seu próprio estado desperto atemporal, rigpa, por intermedio do seu mestre.
Tara (budismo) A Tara Vermelha, Rigdjed Lamo em tibetano, que evoca nosso estado desperto natural, denominado "rigpa", também torna-se conhecida no Brasil, por influência de Chagdud Tulku Rinpoche.
Mosteiro de Phugtal O mosteiro mantém uma clínica de medicina tradicional tibetana que serve a população local e que conta com um "amchi" (médico). A clínica fornece medicamentos tradicionais ("Sowa-Rigpa"), muitos deles preparados no mosteiro.
Dakini No idioma tibetano, o termo Dakini é Khandroma (mkha’-‘gro-ma), que significa “aquela que atravessa o céu” ou “a que se movimenta no espaço”; também se refere a “bailarina celeste” ou “andarilha celeste”. Iconograficamente, seus corpos são representados em posições sinuosas e dançantes. É notável que, mesmo que sempre sejam representadas nuas e belas, quase nunca são associadas à sexualidade, mas sim ao desnudamento mental livre de todas as sombras. Os movimentos de sua dança representam os movimentos e pensamentos da consciência no fluxo mental e também o dharmakaya como florescimento espontâneo da mente do Buda, o rigpa.
Imanência O budismo tântrico e o "Dzogchen" pressupõem uma base não dual, tanto para a experiência quanto para a realidade, que poderia ser considerada como uma filosofia da imanência cuja história no subcontinente indiano data do início da Era Cristã. Diz-se que uma paradoxal consciência não dual ("rigpa" em Tibetano; "vidya" em sânscrito)) é o 'estado de auto perfeição' de todos os seres. Estudiosos diferenciam estas tradições do monismo. O não dual não é imanente, nem transcendente, nem ambos. Uma exposição clássica é a Madhyamaka, a refutaçãodos extremos, proposta por Nagarjuna .
Imanência Expoentes dessa tradição não dual enfatizam a importância de uma experiência direta de não dualidade, tanto através da prática de meditação como da investigação filosófica. Em uma versão, o indivíduo mantém-se consciente - enquanto os pensamentos surgem e se dissolvem dentro do 'campo' da mente, sem que sejam aceitos nem rejeitados - e deixa a mente vagar livremente até que uma sutil sensação de imanência aparece. "Vipassana" ou "insight" é a integração da 'presença da consciência' com aquilo que surge na mente. A não dualidade ou "rigpa" é o reconhecimento que tanto a quietude, o estado de calma permanente, que é encontrado em "samatha", como o movimento ou surgimento do fenômeno, encontrado em "vipassana", não são separados. Desse modo, pode-se dizer que "Dzogchen" é um método para o reconhecimento da 'pura imanência' análogo àquele teorizado por Deleuze.
O Livro Tibetano dos Mortos A existência da luz essencial, ou divina, da qual o livro chama de a Clara Luz Primordial – a "luz no fim do túnel" que relatam algumas experiências de pós-morte. “O teu ego e teu nome estão em fins de acabar. Estás pondo-te em frente à maravilhosa Clara Luz Primordial.” A compreensão da Clara Luz é o despertar do ser para a percepção de sua verdadeira natureza, é a percepção da luz que surge da própria essencialidade de si ("rigpa nu"). Através deste esplendor, o espírito obtém uma plena clareza e consciência sobre a realidade. O livro fala da existência da Clara Luz, mas vai além: diz que existem três níveis dessa luminosidade, em cada um dos três bardos pós-morte.
Dzogchen Da perspectiva de Dzogchen, é dito que a natureza última de todos os seres sencientes é pura, abrangente, primordialmente límpida e naturalmente clara além do tempo. Esta clareza intrínseca não possui forma própria e ainda é capaz de perceber, experienciando, refletindo, ou expressando em toda a sua forma. A analogia que os mestres Dzogchen fazem é que a natureza de um ser é como um espelho que reflete com completa abertura mas não é afetado pelas imagens refletidas, ou como uma bola de cristal que reflete a cor do material em que é colocada sem, no entanto, ser alterada. A sabedoria que emerge ao reconhecer essa claridade semelhante ao espelho (que não pode ser encontrada pela busca ou identificada) é o que no Dzogchen se refere como rigpa.