Top 10 similar words or synonyms for idealizante

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Top 30 analogous words or synonyms for idealizante

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Vocação de São Mateus (Caravaggio) As três telas adjacentes de Caravaggio na capela Contarelli representam uma mudança decisiva do maneirismo idealizante de que d'Arpino foi o último grande praticante, e a arte nova, mais naturalista representado por Caravaggio e Annibale Carracci. Foi uma das primeiras pinturas religiosas, expostas ao público, na que se dava uma representação realista.
Augusto da Via Labicana As representações augustanas em forma de estátua são altamente controladas na medida em que existem apenas três ou quatro subgrupos diferentes; baseados em características tais como o detalhe do estilo de cabelo pode ser classificado como um dos "tipos Prima Porta". Como com todas as estátuas de Augusto ele é retratado em um idealizante estilo grego e como muito jovem que sua idade real na época, como oposto para o tradicional retratismo romano republicano.
Pedro Weingärtner Outras, porém, como a série das "Pompeianas", são imagens prosaicas e historicistas que se assemelham em espírito, se não em ambientação, à temática das cenas de gênero burguesas e urbanas. Noutras ainda, como em "Ninfas surpreendidas" e "Caçadora de borboletas", que realçam o corpo feminino nu, ele pôde destilar toques discretos de erotismo. Em muitas obras de gênero, como já se mencionou, em que retratou pastores e camponeses de sua própria época, também se nota a influência classicista em suas atmosferas e cenários bucólicos e numa representação idealizante dos tipos humanos.
Escultura da Grécia Antiga Eufranor adaptou o cânone de Policleto e representa a evolução da escultura grega em direção ao uma escola mais realista, sensual e delicada, de cariz mais humano e menos augusto e idealizante, que teria grandes expoentes em Praxiteles, Lísipo e Escopas já no , e que apontariam o caminho para o desenvolvimento do estágio helenizante a seguir. Praxiteles, o mais famoso deles, foi o primeiro a introduzir o nu feminino em escala natural com a sua "Afrodite de Cnido", uma das criações mais influentes e celebradas do classicismo grego, definindo um cânone de proporções para a figura feminina. "Hermes com o infante Dionísio" e o "Apolo Sauróctono" são outras de suas obras conhecidas.
Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo Como revela a planta ao lado, delineada em 1756 por um oficial português, o povoado de São Miguel tinha uma estrutura urbana fortemente organizada, e embora esta planta não corresponda exatamente aos vestígios encontrados, é ilustrativa do modelo básico da urbanização missioneira jesuítica, sempre planejada com um esquema semelhante. São Miguel contava com uma grande praça retangular, em torno da qual se erguiam as vivendas indígenas, basicamente no lado norte; a igreja, um colégio/convento, cemitério, oficinas e horta/pomar ao sul, mais depósitos e outras dependências na laterais. Todas as estruturas tinham cobertura de telhas de barro. Uma avenida mais larga atravessava o povoado de norte a sul, dividindo-o em metades simétricas, e desembocava na grande esplanada na frente da igreja, enfatizando o seu caráter monumental. A praça era o ponto focal da comunidade, onde se realizavam suas principais cerimônias, reuniões e festejos, e onde se aplicava a Justiça. As habitações eram grandes pavilhões divididos em módulos, cercados de um avarandado coberto. Escritos do padre Sepp, o refundador do povoado, expressam sua preocupação com a ordem, a clareza e a regularidade na estruturação de seu traçado, procurando "fugir da estupidez que facilmente sói cometer-se na construção demasiadamente apressada de vilas e cidades", acompanhando uma tendência classicista e idealizante cujos princípios foram expressos na "Lei das Índias" e nas "Ordenações Reais", que regularam a forma da colonização espanhola da América.
Escultura da Roma Antiga Na arte do retrato Roma deu sua contribuição mais individualizada à longa tradição escultórica fundada pelos gregos, uma contribuição que amadureceu bem antes do que os outros gêneros escultóricos e fez o desenvolvimento da arte em Roma dividir-se em dois campos, com ritmos evolutivos diferenciados - a retratística e os gêneros restantes. Desde o período da República o retrato vinha sendo muito valorizado, ao longo do tempo oscilando ciclicamente entre uma tendência classicista idealizante e outra de grande realismo, derivada em parte da expressividade típica da arte helenística. E dentre os retratos, o busto e a cabeça avulsa eram as formas mais requisitadas e acessíveis. Retratos de corpo inteiro eram menos comuns, embora não raros. A preferência pelo busto e a cabeça é um traço cultural tipicamente romano que criou um enorme mercado em toda orla do Mediterrâneo, e se explica primeiro por razões econômicas, sendo muito mais baratos que uma estátua completa, mas também pelas convenções acerca da identificação individual que prevaleciam entre eles. Para os romanos, na retratística não eram o corpo, os trajes, nem os atributos acessórios, o centro do interesse, mas a cabeça e a fiel descrição fisionômica. Robert Brilliant diz que
Nudez heroica A nudez masculina foi um costume socialmente aceito dentro de certos contextos atléticos e militares da Grécia Antiga, e se tornou um traço distintivo da cultura helênica. Em outros contextos, a nudez não era tolerada e era motivo de vergonha. Aparentemente, como se deduz de uma passagem de Tucídides, a nudez foi praticada primeiro pelos espartanos em seus exercícios militares, e daí teria sido introduzida nos Jogos Olímpicos, mas outras fontes afirmam que o costume se originou quando um atleta corredor venceu a prova na V Olimpíada () ao perder ou tirar no meio do trajeto o perizoma (espécie de tanga de uso generalizado) que o atrapalhava. No entanto, esta origem da nudez pública grega tem sido disputada e parece pertencer à lenda. Larissa Bonfante pensa que a nudez devia servir a um propósito mágico e protetor, já que eram comuns naquela época amuletos contra as forças do mal na forma de falos eretos, e é de assinalar que os Jogos atléticos eram comemorados como festividades religiosas e os próprios atletas eram de certa forma santificados pela participação. Qualquer que tenha sido a forma de sua introdução, a nudez rapidamente foi adotada pela sociedade grega e pelas artes dentro de uma moldura formal e conceitual idealizante, gerando prolífica e influente iconografia atestada desde o em pinturas de vasos e nos numerosos "kouroi" arcaicos e, no , quando aparecem os primeiros ginásios atléticos, ela já estava largamente difundida. A palavra ginásio, aliás, deriva do grego "gymnos", nu.
Roberto Mangabeira Unger Em “The Critical Legal Studies Moviment”, a ênfase recaiu sobre a descrição e exemplificação detalhada de um estilo de análise jurídica que rompe com o estilo idealizante baseado em princípios e políticas públicas orientadas, de argumentação jurídica que mais tarde denominei de “análise jurídica racionalizadora”. Esse estilo é agora visto nos grandes centros do pensamento jurídico (a começar pelos Estados Unidos e a Alemanha) como sequela providencial da doutrina formalista do século XIX. Ele se opõe radicalmente a ele, e começa neste livro a discutir uma alternativa. Parece mais fecundo associar “critical legal studies” - um evento intelectual transitório, mas imensamente útil - com a reinvenção do pensamento jurídico como uma prática de imaginação institucional e não com duas tendências familiares que considero intelectual e politicamente estéreis. Uma dessas tendências é a indeterminação radical (ou desconstrução): o texto pode significar tudo o que queremos que signifique. O outro é uma espécie de neofuncionalismo marxista, com foco em “fases” ou “variedades” do capitalismo e nas formas de direito e de pensamento jurídico que acompanham cada um deles.
Realismo Desde o seu início, o realismo brasileiro foi sobre tudo urbano, no mais das vezes retratando a vida na cidade do Rio de Janeiro, como já fazia em pleno romantismo, um precursor do realismo, Manuel Antônio de Almeida (1831-1861). A novela de Manuel Antônio de Almeida ocupa um lugar especial no cenário da ficção romântica brasileira, graças à sua originalidade, seu único romance, "Memórias de um Sargento de Milícias", publicado em 1852-53 sob a forma de folhetins, difere em muitos aspectos dos romances comumente publicados em folhetins do , o que explica sua franca popularidade na época, e sua maior aceitação na posteridade. Suas narrações ganharam um caráter cômico e, ao mesmo tempo, observador, que o aproxima muito do realismo, mas com características arcaicas. Por essas razões Manuel Antônio de Almeida é considerado um escritor em transição do romantismo para o realismo. Embora ainda pertencendo à época romântica e não podendo ser consideradas realistas em sentido escrito, as "Memórias" são, de acordo com Alfredo Bori, "de franca aderência à realidade média", então "isentas de qualquer traço idealizante" e recorrem a um "método objetivo de composição".
Arte da Roma Antiga A literatura romana chegou a uma fase de apogeu entre o fim da República e os primeiros anos do império, quando o latim atinge sua forma clássica, e atuam grandes escritores como Cícero, Tito Lívio, Varrão, Virgílio, Horácio, Catulo, Ovídio, Lucrécio e mais uma plêiade de luminares, que continuam lidos até hoje. Permanece a grande variedade de temas, interesses e formas de abordagem, mas há uma forte tendência em observar os padrões da tradição grega classicista, moralista e idealizante, tendência acentuada em especial no tempo de Augusto, quando adquiriu contornos de política de Estado, destinada a criar uma sociedade ordeira e moral sob a égide de uma elite culta e capaz de gerir o império. Nos séculos seguintes se observará uma progressiva individualização da literatura romana, forjada em ciclos periódicos de alternância, e muitas vezes coexistência, entre as tendências classicistas e correntes que buscavam maior liberdade, espontaneidade e franqueza na expressão, maior ligação com o mundo real e suas contradições, suas paixões e sua violência, apreciando o sensualismo, a ironia e a sátira, o prosaico, o absurdo, o mórbido, o extravagante e o grotesco, ou o puro esteticismo, havendo muita originalidade neste eclético, exuberante e dialético florescimento, onde o próprio latim vai se transformando e absorvendo influências regionais, e são cultivadas com mais ênfase áreas como a filosofia, a teologia, a biografia, a ficção, vários gêneros menores como o epigrama, o epitáfio e a epístola, bem como a literatura técnica, didática, crítica e ensaística. Podem ser citados como notáveis nesta fase, entre muitos outros, nomes como Quintiliano, Juvenal, Sêneca, Plínio, o Jovem, Lucano, Marcial, Estácio, Tácito, Suetônio e Apuleio. Na fase final do império, após o reinado de Constantino I, se torna importante a emergente literatura cristã, com destaque para o trabalho de Tertuliano e alguns Padres da Igreja, como Ambrósio e Jerônimo. A literatura romana teve uma evolução fértil, complexa e bem pouco linear, seu estudo é difícil e está cercado de polêmica, mas através dela conhecemos muito de sua sociedade, seus valores e seus costumes. Muito foi escrito pelos romanos, deixando obras exemplares em vários gêneros, e muito chegou a nossos dias, mas muito mais se perdeu. De qualquer modo, sua produção exerceu profunda influência pelos séculos afora, e continua objeto de inúmeros estudos.